Feb 2008 14

Duani Estrela da Lapa

O multi-instrumentista, cantor, compositor e produtor musical Duani está de volta aos palcos com trabalho solo. Após dois anos morando em São Paulo, volta à cidade natal com o show Bora Lá Fazer um Som!, em que convida amigos que fizeram parte de seus dezenove anos de carreira. Reunidos no palco, uma seleção de artistas, músicos e produtores de música, respeitadíssimos pelo público e pela mídia, como Rogê e Davi Moraes (14/02) e Mr Catra (28/02).

Duani está em fase de pré-produção de seu primeiro disco solo e apresentará algumas de suas composições inéditas como, Afunilou, Nosso filme, Agora, Me Arrependi e a polêmica Celebridades.

O show vai do forró ao hip-hop, passando pelo reggae, pop rock e pelo samba. No repertório, músicas como Bola de meia (Duani) e Menina Mulher da Pele Preta (Jorge Ben), que ficaram muito conhecidas na voz de Duani no grupo Forroçacana, grupo indicado ao Grammy Latino e vencedor do prêmio Tim no ano de 2006.

Kassin Kamal (baixo, guitarra e teclado), Felipe Pinaud (Flauta, Bandolim e teclado) e Stephan (bateria e percussão) o acompanham.

Av. Mem de Sá, 69 – Lapa, Rio de Janeiro, RJ. Tels. 2509.7602 – 2507.6686

Preço : R$ 20,00

Feb 2008 15

Hoje, no Democráticos, vai rolar o Semente da Música Brasileira, projeto da galera do Coletivo de Produção. Uma homenagem aos 100 anos do grande Cartola. E quem vai comandar a festa é a galera do Comuna do Semente, formada por : Elisa Addor, Edu Krieger, Jade Perrone, Rafael dos Santos, João Hermeto, Chris Mourão e Alfredo Del-Penho. E comandando as carrapetas, DJ Sérgio Feijó.

Semente

Feb 2008 21

Lembram-se desse post ?!Então… o projeto continua e os convidados de hoje serão : Lucas Santana, MC Marechal e MC Beni.

Duani Estrela da Lapa

Bem… estarei por lá. Espero vocês às 22h.

Av. Mem de Sá, 69 – Lapa, Rio de Janeiro, RJ. Tels. 2509.7602 – 2507.6686

Preço : R$ 20,00

Feb 2008 26

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La Danse Macabre, também chamada Dança Macabra, Dança da Morte, La Danza Macabra, ou Totentanz, é uma alegoria do final do período medieval sobre a universalidade da morte: não importa o estatuto de uma pessoa em vida, a dança da morte une a todos.

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La Danse Macabre consiste na representação de uma Morte personificada conduzindo um fileira de figuras de todos os estratos sociais dançando em direcção aos seus túmulos— tipicamente com um imperador, rei, papa, monge, adolescente e bela mulher, todos numa forma esqueletal. Estas representações foram produzidas sob o impacto da Peste Negra, que lembrou as pessoas de quão frágeis eram suas vidas e quão vãs eram as glórias da vida terrena.

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A curiosidade, a necessidade de saber, tem uma raiz emocional mais profunda: nosso medo da morte. A curiosidade é o início da filosofia e, segundo Sócrates, filosofar é preparar-se para morrer.
“A vida caminha através da morte”. É através desta que alcançaremos a luz que aparece sob a metáfora do sol e simboliza o Bem Supremo.
Segundo os hebreus da Antigüidade, é após essa transição que cada um recebe instruções para a próxima vida e é enviado de acordo com o Zohar. Assim, a consciência no estágio entre as vidas é tão vital para nossa evolução imortal quanto o sono o é para nosso bem estar físico. Para isso, necessitamos ser metaconscientes para nos fundir à quintessência do Universo tal qual uma corrente marítima dentro do próprio oceano. Quando nosso corpo sucumbir de maneira irrecuperável, o que nos resta continuará a existir – o “eu essencial”, que, neste momento, olha através de nossos olhos.

No universo há uma hierarquia cósmica, na qual se repete ou se copia, na qual tudo é um (uni) em “diversos” (Universo). Cada “finito” recebe uma determinada herança do “Infinito”, uma carga genética ou uma determinada voltagem de potencialidade evolutiva. O homem, devido ao potencial de sua consciência e liberdade, pode voltar ao Infinito como finito consciente.

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Na visão evolutiva de Teilhard de Chardin, a capacidade auto-reflexiva – característica do homem – é o eixo sobre o qual se prolonga a evolução.
A preparação para a morte é o trabalho voltado para uma aceitação emocional da mesma por meio da contemplação e da meditação, semelhante ao aprendizado de como fazer uso das crises, conturbações e mudanças na vida. As mudanças ou “pequenas mortes”, que ocorrem com tanta freqüência em nossas vidas, constituem um elo vivo com a morte real, incitando-nos a abrir mão, a desistir.
“Cada uma de nossas ações é dotada de poder e está grávida de suas conseqüências”. Em outras palavras, a maneira de conduzirmos nossa vida presente é a chave para o futuro. Para o aprimoramento do nosso eu mais íntimo necessitamos não apenas de 70 ou 80 anos, porém, de várias vidas. E, a meta mais fundamental da existência humana é lutar para evoluir até níveis de consciências superiores.
É através da morte que a psique humana é libertada das limitações de espaço e de tempo. Assim, torna-se capaz de abarcar todas as experiências esquecidas do passado e de articulá-las com a mente consciente, criando um estado de percepção expandida ou superconsciente. Trabalhos científicos, como os de Schiller, William James e Henri Bugson, comprovam que a consciência não é realmente produzida pelo cérebro, mas sim, transmitida através dele. Por conseguinte, quando ele morre, a consciência não é necessariamente destruída.

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Em sua obra, Enigmas da Esfinge, Schiller afirma que a matéria não é o que produz a consciência, mas sim, o que a limita e confina sua intensidade dentro de certos limites. Com isso, compreendemos melhor a linguagem platônica que menciona ser o corpo o “túmulo da alma”.
Na grande cadeia das coisas visíveis e não visíveis há um fundamento último que é o nível mais elevado desta cadeia. Ele está além da forma, além de todas as descrições e além de todas as normas. Ele é o que é, e Dele emana a única matéria prima para a qual só dispomos de nomes pouco adequados: a energia-consciência.
A energia, quer sob a forma física ou não física, é o aspecto ou expressão objetiva e exterior da consciência, enquanto esta é o aspecto subjetivo interior da energia dentro da grande cadeia dos seres. Consciência e energia são complementares, como o são, logicamente, a subjetividade e objetividade. A realidade estrutura-se de acordo com níveis ou “planos”. Eles se sucedem desde o nível mais baixo, como o da matéria bruta, até o plano mais alto, o supremo, que transcende todas as dualidades de sujeito/objeto.
A prioridade ontológica da grande cadeia é descendente. A matéria elementar precipita-se dos campos de ordem superior da energia-consciência. Por outro lado, à medida que ascendemos nos planos de ordem superior ou transpessoais de existência, aproximamo-nos cada vez mais do âmago de nosso próprio ser. Os sábios védicos da Índia já sabem que o cerne da personalidade humana é transcendental, imortal e idêntico ao fundamento do Universo. O próprio Sócrates dizia que a essência do homem é sua personalidade intelectual e moral.

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Fonte : Wikipedia

Imagens : Uzi Dornai

Texto : Ruben Francisco de Lima

Apr 2008 03

O evento multi arte ARACA “quem tem medo da Aracy?” está se preparando para a sua segunda edição!!
Estamos selecionando artistas para mostrar seus trabalhos no próximo evento que será dia 29 de abril (terça-feira)
Serão aceitas propostas para:
Fotografia (projeção de fotos )
Artes plásticas (telas – exposição)
Performances (incluindo esquetes, teatro, stand up …)
Curtas
Grafite
Instalações
Vídeo Arte
Outras manifestações de arte são bem vindas! Mandem seus trabalhos …
Os interessados deverão enviar um breve release com 3 fotos dos trabalhos e contatos como telefone, site, fotologs e e-mail para festadaaracy@gmail.com

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Matéria do JORNAL DO BRASIL sobre a última edição do ARACA (Revista de Domingo), onde a colunista Heloisa Tolipan dedicou 2 páginas sobre o evento. Leiam!!!

Para saber mais ainda sobre o evento e ver as fotos da última edição VISITE O BLOG DA FESTA NO ENDERECO :

www.festaaraca.blogspot.com

Só serão aceito projetos ate o dia 10 de abril de 2008 !

Não fique de fora !!

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